A Coligação para o Crescimento Verde compreende grupos de trabalho temáticos, criados por deliberação do plenário e com o objetivo de acompanhar e dinamizar a prossecução das iniciativas do Compromisso para o Crescimento Verde por cada área temática.

A reunião plenária da Coligação de 13 de novembro de 2015 deliberou no sentido da criação de 16 grupos de trabalho dos quais estão ativos sete, CP desde março de 2016, RES, AGF, EC, MTR desde abril de 2016; ITE, CT desde novembro de 2016.

Os grupos de trabalho temáticos criados são compostos por representantes dos membros da Coligação para o Crescimento Verde que manifestaram interesse em integrar esses grupos.

Água (AGU);

Resíduos (RES);

Agricultura e Florestas (AGF);

Energia e Clima (EC);

Mobilidade e Transportes (MTR);

Indústria Transformadora e Extrativa (ITE);

Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas (BSE);

Cidades e Território (CT);

Mar (MAR);

Turismo (TUR);

Financiamento (FIN);

Promoção Internacional (PI);

Fiscalidade (FIS);

Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI);

Informação e Participação (IP);

Contratação Pública (CP).

 

Situação dos trabalhos

Dezembro de 2016

Os GTT prepararam proposta de consolidação das iniciativas constantes do Compromisso para o Crescimento Verde a submeter à aprovação da Coligação na próxima reunião plenária com identificação das fontes de informação que servirão de base à monitorização do seu desenvolvimento.

Em finalização encontram-se propostas de linhas de ação a desenvolver em 2017 para cada grupo temático que, após aprovação pela Coligação, serão a base de programa de ações a desenvolver dentro de cada tema.

De um modo geral todos os grupos identificaram:

– um conjunto de lacunas e de oportunidades que irão ser estudadas e exploradas;

– um conjunto de sinergias com outros grupos temáticos do CV que irão serão ser estudados com o objetivo de otimizar resultado;

– a necessidade de encontrar possíveis financiamentos dentro do quadro do PORTUGAL2020  e a de aproveitar as revisões intercalares dos programas para fazer propostas concretas;

– a necessidade de procurar projetos dentro de cada áreas temática e/ou de estudar os projetos existentes e em várias fases de desenvolvimento, explorando as razões para a sua não implementação no terreno.